Separar quem escreve de quem aprova
Texto, aprovação e agendamento aconteciam na mesma conversa, sem uma visão única do que ia sair.
Por quê. O painel mostra a fila inteira, e cada post espera a aprovação de uma pessoa. O texto pode ser redigido com IA, e a decisão de publicar fica com quem assina.
O que ficou de fora. Redigir dentro do plugin, e a IA agendar sozinha. O modo ensaio, que confere tudo sem enviar nada ao provedor, vem ligado.
Vídeo feito por código, a partir de uma nota de dados
A imagem gerada por IA demorava e saía diferente a cada vez, e o filme sob medida servia a um post só.
Por quê. O mesmo roteiro gera sempre o mesmo vídeo, sem código novo nem IA na gravação. O molde aceita preenchimento à mão, e na fila atual a IA preencheu 148 dos 168 roteiros.
O que ficou de fora. A geração de imagem por IA, que saiu do plugin.
Todo filme sob medida vira um modelo
Vinte posts ganharam filme sob medida, com código escrito só para eles, e cada um ficava preso ao post de origem.
Por quê. O movimento que funcionou num post serve a outros parecidos. Cada filme aprovado vira uma família, que qualquer post seguinte pode usar.
O que ficou de fora. Filme que serve a um post só.
Só vira post a nota que aguenta o LinkedIn
As 420 notas foram avaliadas de 0 a 10 pela compatibilidade com um post profissional.
Por quê. A fila não repete assunto nem inventa experiência pessoal. Notas do mesmo conceito viraram um post só.
O que ficou de fora. Notas abaixo de 6, salvo algumas de 5 com boa ponte, e as de venda de agência, ciência contestada ou assunto pessoal.